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Viviane Borges, 19 anos, ovolactovegetariana, ciberativista, Web Designer, viciada em internet. RJ/Brasil. Brinque com o Fatumtw ↓ Contador a partir do dia 15 de julho de 2011 free counters

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Limites e abrangência do direito à imagem EEM Olavo Bilac SEROPÉDICA RJ.wmv (by vivianeeborges)

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? 10.05.2012 às 14:37
12 de dezembro de 2011

Foi a data de criação do ‘The best part of my world’, ano passado estava mega animada com esse mundo “desconhecido” chamado Tumblr porém já não me sinto mais assim e não é só em relação ao Tumblr e sim em todas as redes sociais. Os novos usuários copiando TUDO daqui e postando no facebook. Me cansa.

Nunca fui a favor, aliás, nunca me bateu o sentimento que aqui era meu “refúgio”, lugar somente de falar de amor não/-correspondido, e para falar a verdade já critiquei demais essa prática, porém aos poucos a gente amadurece e percebe que é essencial respeitar a opinião alheia.

Já pensei várias vezes em deletar essa conta e fugir disso aqui, porém, eu tenho tantas pessoas aqui que gostam das minhas postagens, tantos seguidores e já não quero mais decepcionar; 3 ou 4 meses que não posto nada aqui, ABANDONEI “A melhor parte do meu mundo”, eu sei, extremamente DESNATURADA, rs!

Então estou voltando, 2º NATAL no Tumblr *—-* //Ok, só para seguir um pouquinho as postagens de 1º natal e tal  .. rsrs!

Vou dá uma arrumada nisso aqui, e provavelmente volte com TUDO amanhã. 

Fiquem todos com Deus e uma ótima semana para todos. 

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? 19.12.2011 às 10:19
? re-ciprocidade:
teu aniversário? feliz aniversário! :) que vc seja beeeeeeeeeeeeeeeeeeem mt feliz "-"
? The best part of my world:

É meu aniversário sim, rs!

Muitoooooooooooooooooooooooooooooooooo obrigada, mesmo! *—-*


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? 07.11.2011 às 09:21

Um feliz aniversário para mim *——*

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? 06.11.2011 às 22:10
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? 04.10.2011 às 20:46
Conheça o tubarão-baleia, um peixe dócil que nada pelos oceanos

Tem pintas, mas não é peixe. É enorme e vive no mar, mas não é baleia. Não tem nada de violento e ameaçador, mas é um tubarão. Já acertou que animal é esse? O maior peixe vivo do mundo, o tubarão-baleia, tem até 18 metros de comprimento, é dócil e nada lentamente pelos oceanos com a boca entreaberta, se alimentando principalmente de plâncton.

Esse peixão não fica parado e cruza até mesmo oceanos. Um dos lugares por onde costuma passar está no limite do território brasileiro: o Arquipélago de São Pedro e São Paulo, no meio do oceano Atlântico. Lá, alguns pesquisadores se encantaram por ele e criaram, em 2004, o Projeto Tubarão Baleia, para conhecê-lo melhor e entender sua preferência por esse conjunto de ilhas.

O Projeto Tubarão Baleia estuda os animais que passam pelo Arquipélago de São Pedro e São Paulo, no meio do oceano Atlântico (Foto: Bruno Macena/Projeto Tubarão Baleia)

“Estamos tentando desvendar o mistério de por que o tubarão gosta tanto de lá”, conta o biólogo Bruno Macena, um dos coordenadores do projeto. Cheio de nutrientes, o lugar parece ideal para ele se alimentar.

Até agora já foram vistos 136 tubarões-baleia no entorno do arquipélago, quinze deles foram identificados e cinco estão sendo acompanhados de pertinho. Os pesquisadores colocaram transmissores na pele dos animais, e ficam sabendo via satélite em que local, profundidade e temperatura eles estiveram.

As notícias mais recentes dos tubarões são que três deles, após passar pelo arquipélago, nadaram em direção ao continente americano e um rumo à África. Além disso, perto das ilhas, o segundo animal marcado – uma fêmea grávida – registrou o maior mergulho já registrado para essa espécie: quase dois quilômetros de profundidade a uma temperatura de 4°C.

Outro detalhe bacana sobre essa espécie é que ela pode ajudar vários outros animais, como o peixe-rei, o xaréu e a raia manta. “Quando o tubarão-baleia aparece, enorme, oferece proteção para muitos peixes que fogem de predadores”, diz Bruno.

Apesar de tudo isso, os mergulhos incríveis dos tubarões-baleia estão ameaçados por causa da pesca que ocorre no Oceano Índico, onde eles também passeiam. Assim, projetos de conservação desta espécie são cada vez mais importantes!

Fonte: Ciência Hoje

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? 04.10.2011 às 20:39
Outubro marca período crítico do tráfico de papagaios

Foto: Divulgação/ A Tribuna

Desde o início de setembro, 1.369 filhotes de papagaio-verdadeiro (Amazona aestiva) foram apreendidos pela Polícia junto a traficantes de animais no Brasil.

O dado, divulgado pela ONG SOS fauna, coincide com o período de reprodução da espécie (setembro a dezembro), sendo a fase de maior incidência de tráfico de papagaios provenientes da região Centro Oeste do País, principalmente no estado do Mato Grosso do Sul.

Desde setembro, já foram feitas sete apreensões, sendo que em duas delas as aves estavam com as mesmas pessoas, isso em um período inferior a 15 dias.

Para Marcelo Pavlenco Rocha, presidente da ONG, a reincidência é comum nestes casos, pois a lei de crimes ambientais de 1998 abrandou as penas e considerou como delitos de menor potencial ofensivo os relacionados ao tráfico de espécimes nativas.

Rocha destaca ainda que há pouco conhecimento e vontade do poder público em punir e coibir os crimes ambientais, principalmente os relacionados ao tráfico de animais silvestres, que conforme apontamentos é a terceira atividade ilícita mais vantajosa do mundo, estando atrás apenas do tráfico de entorpecentes e do tráfico de armas.

Juliana Machado Ferreira, bióloga doutoranda da Universidade de São Paulo (USP), alerta ainda que nas apreensões realizadas nos primeiros dias de setembro foram encontradas apenas espécies com menos de 10 dias de vida.

No dia 10 de setembro, por exemplo, membros da Polícia Militar Ambiental encontraram 141 filhotes de papagaio-verdadeiro em uma casa de Batayporã, uma das cidades que concentram o tráfico de animais em Mato Grosso.

O grande número filhotes que são retirados do ninho leva à preocupação de que haja uma ruptura no ciclo de vida da espécie, onde predominariam apenas os animais mais velhos.

Sem a devida renovação, Juliana afirma que no futuro poderá ocorrer uma diminuição nas populações nativas e até mesmo a sua extinção.

O papagaio-verdadeiro é nativo das regiões de mata úmida ou seca, em beira de rios e cerradões na Bolívia, Paraguai e Norte da Argentina.

No Brasil, ocorre do Nordeste, mais especificamente no Piauí, Pernambuco, Bahia, pelo Brasil central nas Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso, ao Rio Grande do Sul.

Na Natureza, a fêmea gera de três a cinco ovos por ninhada, que são incubados por quase 30 dias. A ave tem uma expectativa de vida em torno de 80 anos.

Fonte: A Tribuna

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? 04.10.2011 às 20:38
Coalas ganham namoradas e assustam rivais no grito

Músculos do trato vocal fazem com que coalas soem bem maiores do que são. Foto: Getty Images

Eles são fofos e parecem muito bobões. Mas, por trás da expressão meiga, os coalas guardam estratégias de defesa e de conquista muito astutas. Uma pesquisa da Universidade de Viena revela que os coalas utilizam seus berros para atrair fêmeas e intimidar outros machos.

Liderados por Benjamin Charlton, os pesquisadores descobriram que os barulhos emitidos pelos coalas servem para conquistar as fêmeas e para que seus rivais saibam com quem estão lidando, na medida em que esses barulhos traduzem o tamanho do animal. A pesquisa foi publicada no periódico Journal of Experimental Biology nesta quinta-feira (29).

Animais maiores com tratos vocais mais longos produzem ressonâncias mais baixas, dando à sua voz uma qualidade de barítono. Dessa forma, coalas com essas características teriam a capacidade de emitir ressonâncias mais profundas com o objetivo de dizer aos outros coalas o quão grandes eles são.

Os coalas maiores teriam, então, as ressonâncias mais baixas, e os coalas menores, ressonâncias mais altas. Dessa forma, qualquer coala que ouve um berro pode calcular o tamanho do animal que está emitindo o som.

Laringe mais baixa, voz mais profunda

A partir daí o objetivo do grupo de pesquisadores foi descobrir se os coalas machos teriam laringe descendente. Em conjunto com pesquisadores do Moggill Koala Hospital e da Universidade de Queensland, eles estudaram a anatomia do trato vocal do coala, utilizando exames de ressonância magnética e estudos feitos em animais já mortos.

Os resultados indicaram que a laringe do coala havia descido até o nível da terceira e da quarta vértebras cervicais, em vez de ficar na altura da garganta. Os coalas teriam evoluído no que se refere à laringe ao longo do tempo.

Um dos achados que surpreendeu os cientistas foi o de que o músculo que liga a laringe ao esterno estava ancorado profundamente no tórax. Em função disso, os pesquisadores sugerem que esse mecanismo poderia estar envolvido em puxar a laringe ainda mais para baixo na cavidade torácica. A laringe baixa faz as vozes mais profundas, pois estende o trato vocal.

Mas foi só depois de gravar os sons produzidos pelos coalas que Charlton compreendeu que as características da laringe tinham a ver com a acústica dos berros dos animais.

Enganando bem

No entanto, o mais surpreendente para os pesquisadores foi perceber que os coalas são capazes de se fazer soar como se tivessem tratos vocais com 50 centímetros de comprimento, o que significa quase toda a extensão do animal.

A conclusão da equipe é a de que os coalas machos podem, através de seus berros, informar o seu tamanho. Além disso, os cientistas acreditam que os coalas usam simultaneamente a ressonância do trato oral e nasal para parecerem maiores do que realmente são.

“Indivíduos que podem alongar seu trato vocal, diminuindo a laringe, podem ter ganhado vantagens durante a competição sexual por parecerem maiores, e isso iria impulsionar a evolução da laringe descendente”, afirma Charlton.

Fonte: IG

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? 04.10.2011 às 20:38
Reblog se sua Mãe é linda.

(Source: feedy0urmind)

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? 04.10.2011 às 20:37
África do Sul pode legalizar venda de chifre de rinoceronte e conter caçadas

A África do Sul poderá legalizar a venda de chifres de rinocerontes para combater o mercado negro alimentado pela caça que, este ano, se converteu numa verdadeira carnificina, informou a imprensa local, citando o ministério do Meio Ambiente.

O chifre de rinoceronte pode ser vendido a preços que chegam a US$ 500 mil cada um no mercado negro asiático, segundo a Convenção sobre Comércio Internacional de Espécies de Fauna e Flora Selvagens (CITES).

Os consumidores vietnamitas, tailandeses e chineses atribuem ao chifre propriedades afrodisíacas e médicas, em particular contra o câncer.

Desde o começo do ano, pelo menos 287 rinocerontes foram mortos na África do Sul, apenas para se abastecer os mercados da medicina tradicional asiática de chifres.

A África do Sul tem uma quantidade secreta de chifres de rinocerontes armazenados pelas autoridades e obtidos de animais mortos naturalmente na selva ou confiscados dos caçadores que foram presos.

Rinoceronte morto por traficantes de chifres na África do Sul (Foto: Ilya Kachaev/REUTERS)

Acordo

Na última semana, a África do Sul e o Vietnã anunciaram que firmaram um memorando de cooperação para combater a matança de rinocerontes, caçados ilegalmente devido ao comércio de chifres no mercado negro da Ásia.

O acordo de cooperação ainda não tem data entrar em vigor, mas tem o objetivo de unificar ações policiais entre as duas nações. Se a morte destes animais seguir neste ritmo, especialistas afirmam que a manutenção da população dos rinocerontes ficará ameaçada nos próximos dois anos. Em 2010, foram registradas 333 mortes de espécimes, contra 13 no ano de 2007.

Fonte: G1

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? 04.10.2011 às 20:35
Japão vai voltar à Antártida para caçar baleias, agora com escolta

Confrontos nas águas da Antárctida em 4 de Fevereiro deste ano. Foto: Gary Stokes/Sea Shepherd/Reuters

O Japão anunciou que vai voltar à Antártida, a partir de Dezembro, para caçar baleias. Mas desta vez, a frota baleeira terá uma escolta para como proteção contra os navios ecologistas da Sea Shepherd.

A notícia foi dada em conferência de imprensa pelo ministro japonês das Pescas, Michihiko Kano, segundo o qual um navio patrulha da Agência de Pescas vai acompanhar a frota baleeira. Desta vez, a caça à baleia “será realizada com maior proteção contra obstruções”, citou a estação de televisão japonesa, NHK.

Nos últimos anos, a caça à baleia tem se tornado mais tensa por causa dos confrontos entre caçadores e ecologistas. No ano passado, em Fevereiro, as atividades da ONG nas águas da Antártida levaram, pela primeira vez, Tóquio a suspender a sua campanha na Antártida. A Sea Shepherd mobilizou várias embarcações para seguir a frota japonesa, utilizando cordas para bloquear as hélices dos navios e colocando-se entre estes e as baleias. A organização garante ter conseguido evitar a morte de 800 animais.

Pouco depois, o Japão anunciou que iria ponderar o fim da caça “científica” à baleia, uma prática tolerada pela Comissão Baleeira Internacional, que proíbe desde 1986 a caça comercial aos cetáceos. Os países defensores das baleias e ambientalistas denunciam esta prática como uma caça comercial disfarçada.

Porém, ministro japonês acabou com as dúvidas e afirmou que o seu objetivo é conseguir retomar da caça comercial e que, por isso, precisa continuar a investigação científica na Antártida.

A Sea Shepherd criticou a decisão do Governo japonês e disse que este ano vai reforçar os meios para travar a frota japonesa, com a operação “Operation Divine Wind”. No âmbito desta operação, serão mobilizados cem ativistas voluntários para a Antártida.

Paul Watson, o responsável da Sea Shepherd, acusa o Japão de “estar, simplesmente, obcecado por matar baleias não por necessidade, mas por lucro, porque acredita que tem o direito de fazer aquilo que quer num santuário para baleias, reconhecido internacionalmente, apenas para defender a sua honra”.

Fonte: Ecosfera

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? 04.10.2011 às 20:35
Frente parlamentar pede votação da proibição de animais em circos

A frente parlamentar marcou sua primeira atividade para o Dia Mundial dos Animais. Foto: Rodolfo Stuckert/ AC

A Frente Parlamentar em Defesa dos Animais, instalada na semana passada, pediu nesta terça-feira (Dia Mundial dos Animais) ao presidente da Câmara, Marco Maia, a votação do Projeto de Lei 7291/06, que proíbe o uso de animais em circos – tanto os nativos quanto os exóticos (importados).

A proposta foi aprovada em novembro de 2009 pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e desde então aguarda inclusão na pauta do Plenário – mas, para isso, depende de acordo entre os líderes.

O presidente da frente, deputado Ricardo Izar (PV-SP), disse que Marco Maia sugeriu a discussão desse assunto na reunião do Colégio de Líderes marcada para hoje, às 16 horas. Na reunião, será discutida a pauta do Plenário para esta semana.

Conforme o texto aprovado na CCJ, os circos terão oito anos para se desfazer dos animais que possuem, enviando-os para parques registrados no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Criada com o apoio de 212 parlamentares, a frente vai debater e sugerir medidas relacionadas ao controle populacional de animais, ao combate da caça e do tráfico de animais silvestres, às condições de transporte e sacrifícios, ao aperfeiçoamento da legislação vigente e à proteção do habitat natural.

Participaram da audiência com Marco Maia parlamentares que integram a frente e representantes de organizações não governamentais que defendem os direitos dos animais.

O presidente da ONG Veddas – Vegetarianismo Ético, Defesa dos Diretos Animais e Sociedade, Jorge Guimarães, pediu que não seja votado o Projeto de Lei 4548/98, que descriminaliza os maus-tratos a animais domésticos. O projeto, que exclui esse item da Lei dos Crimes Ambientais (9.605/98), já passou pelas comissões permanentes e está pronto para a pauta do Plenário. Guimarães argumentou que a Constituição garante a proteção a todos os animais, sem diferenciação.

Fonte: Agência Câmara

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? 04.10.2011 às 20:34
Cão velhinho encontra lar após três anos em centro

Fred, que encontrou um lar após passar por duas adoções. Foto: Sérgio Sarayedine/Divulgação

O SRD Fred tem bons motivos para comemorar o Dia Mundial do Animal, data celebrada esta semana: após passar quase três anos morando no Centro de Controle de Zoonoses, em São Paulo, ele finalmente encontrou um lar.

Com idade estimada entre sete e dez anos, Fred era o cachorro mais velho vivendo no CCZ. Ele chegou em dezembro 2008, após ser encontrado nas ruas Zona Leste em São Paulo.

Dócil, meigo e tranquilo, Fred logo se tornou o mascote do CCZ. Mas apesar das suas qualidades, foi adotado e rejeitado duas vezes antes de encontrar uma família que realmente o amasse, o que ocorreu cerca de dois meses atrás.

Fred até chamava a atenção das famílias que passavam pelo centro porém, por ser grande e mais velho, sua adoção nunca vingou. Em um dos casos, segundo a assessoria do CCZ, uma família chegou até a levá-lo para casa, mas não se adaptou.

Foi em 13 de agosto que Sérgio Sarayedine e sua família foram ao CCZ com o objetivo de adotar um cachorro e adotaram Fred.

“Eles deram várias opções, mas nos apaixonamos pelo Fred. Me disseram que a idade dele era avançada, mas não nos importamos”, contou Sarayedine.

Segundo ele, a vontade de adotar um cachorro surgiu uma semana antes, quando uma cadela com quatro filhotes apareceu perto de sua casa.

“Nós servimos comida para ela, mas ela deixou um filhote comendo e saiu com os outros três, deixando um para trás.”

Foi aí que sua mulher, que até então não era muito ligada a cachorros, resolveu cuidar dos filhotes. Dois dias depois, a cadela voltou para buscar o filhote, deixando a família com vontade de ter um cachorro.

Apesar do pouco tempo de convivência com Fred, Sérgio disse que o vira-lata já faz parte da família e já está adaptado.

Já os funcionários do CCZ sentem tanta falta de seu antigo mascote que Sérgio resolveu criar uma página no Facebook para mantê-los informados da vida de Fred.

“Eles pediram para a gente manter contato, manter fotos e a gente resolveu fazer o Facebook. Mas depois de descobrirmos a história dele resolvemos usar a página para mostrar que é legal adotar um cachorro mais velho.”

A Adoção

Existem 370 cães e 80 gatos que esperam ter a mesma sorte de Fred, segundo dados do CCZ.

O processo para adoção é simples: é preciso apenas levar uma coleira para os cães e uma caixa de transporte para os gatos, RG, CPF, comprovante de residência e pagar uma taxa de R$ 15,25.

Fonte: Folha

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? 04.10.2011 às 20:33
Animais tratados por ONG esperam por adoção em SC

Foto: Reprodução/Clica Tribuna

Fundada em março desse ano, a ONG Associação Içarense de Proteção Animal (Aipa) Amigo Bicho, que atua em SC, já resgatou de maus-tratos e abandono cerca de 100 animais, a maioria cachorros, além de gatos e cavalos. Atualmente são cerca de 70 animais em um abrigo provisório no bairro Demboski e na casa de voluntários, esperando ser adotados.

Todo mês, os animais são encaminhados para adoção em feiras realizadas na Praça São Donato, em Içara. “São situações tristes e chocantes, que nos comovem e nos fazem questionar como alguém que se diz humano, é capaz de tantas crueldades contra animais indefesos”, reflete Max Amaral, secretário da ONG.

A solidariedade e o empenho da entidade esbarram nas inúmeras dificuldades. “São poucos voluntários, é difícil alguém se comprometer em ajudar, mas a maior dificuldade é financeira. Gastamos cerca de R$ 1.500 mensais, somente com veterinário, fora os demais gastos com alimentação e remédios. Contamos com a colaboração da população e promoções, mas é insuficiente”, explica Max.

Segundo a presidente da ONG, Juliana Cavalcanti, foi solicitada à Prefeitura de Içara uma parceria para a assistência veterinária, centro de castração e um carro para condução dos animais recolhidos. “Somos uma organização independente, que atua somente com os voluntários e, se recebermos essa ajuda do poder público, teremos mais estrutura para recolher os animas de rua, castrar e encaminhar para adoção”, explica Juliana.

Para arrecadar fundos, a ONG vai realizar um café colonial no próximo dia 16, no Restaurante Nono Tchilo, em Içara.

Quem quiser adquirir ingressos ou fazer doações à entidade deve entrar em contato com a ONG pelo e-mail ongamigobicho@hotmail.com ou pelos telefones             (48) 9660-8233       e 9129-6100. Uma outra forma de colaboração é a adoção e posse responsável.

Fonte: Clica Tribuna

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? 04.10.2011 às 20:33
Animal Defenders International (ADI) pressiona deputados para a votação de PL que proíbe animais em circos

Foto: Divulgação/ADI

Após divulgação pela ADI das cenas chocantes obtidas por meio de investigação secreta dentro dos circos brasileiros, que mostraram altos níveis de violência e confinamento dos animais de circo, ADI pede urgência para o Congresso votar o Projeto de Lei que bane o uso de animais em circos, sem mais delongas.

A ADI esteve em frente ao Congresso nesta terça-feira, 04 de outubro, das 13h às 18h e estará na quarta-feira, 05 de outubro, das 08h às 14h com um leão inflável de quatro metros de altura, pedindo urgência para que todos os deputados se envolvam nesta questão e ajudem com imediata ação em favor da proibição do uso de animais em circo.

O Projeto de Lei que visa à proibição do uso de animais em circos está há um ano e meio esperando para entrar na pauta de votação do Plenário, e enquanto isso os animais continuam a sofrer. Este evento coincide com a celebração da Semana dos Animais no Brasil, o que deve trazer mais atenção para a proteção animal.

Espera-se que o sucesso alcançado pelos países vizinhos, Peru e Bolívia, que proibiram o uso de animais em circos recentemente, sendo a Bolívia o único país do mundo que proíbe o uso de todos os animais nos circos e que também foi palco do maior resgate já visto, um avião cargueiro com 25 leões oriundos do circo e destinados a um santuário para grandes felinos, possa incitar o Brasil a tomar a mesma atitude. O Congresso Colombiano e Chileno está considerando proibições similares.

A representante da ADI estará disponível para entrevistas e o leão inflável de quatro metros de altura estará disponível para fotos.

Todos os parlamentares foram convidados e esperamos a presença de muitos deles, nos apoiando nesta manifestação em favor da proteção dos animais de circo. Além do leão inflável haverá uma tenda com material sobre a campanha e fotos dos animais no circo.

A manifestação será em frente ao anexo II da Câmara dos Deputados em Brasília – Distrito Federal, no dia 04 de outubro das 13h às 18h e no dia 05 de outubro das 08h às 14h. A representante da ADI no Brasil, Antoniana Ottoni, estará no local para entrevistas e demais informações.

Uma petição pedindo o fim da utilização de animais em circos está disponível no site da ADI.

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? 04.10.2011 às 20:32
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